terça-feira, 15 de novembro de 2016

Entre Sexo e Ofícios


Era noite, a saudade nos apertava as demandas cotidianas não nos permitia um contato contínuo. Telefonamos-nos e ali desabafávamos, devaneávamos. Mas isso não nos bastava, até que o convidei a estar comigo, mas sua rotina ainda não lhe permitia, no entanto, numa noite qualquer em meio a um telefonema marcou uma viagem inusitada a trabalho que convergia em um encontro entre um expediente e outro. 

nos encontramos na estação, nos beijamos e partimos para nosso destino. No ônibus, quase vazio,  nos sentamos ao meio. Ele me Beijou intensamente e depois me olhou com muito desejo. Um desejo que me despertava muita excitação, o desejo do homem a quem amo. 

Ele levantou o braço da poltrona e colocou seu braço esquerdo por trás das minhas costas; chegou ao meu ouvido e disse: Amor, eu quero invadir você aqui mesmo. Fiquei assustada, mas não pensei duas vezes, tirei disfarçadamente a minha calcinha por dentro do meu leve vestido longo enquanto ele acariciava as minhas pernas que tremiam de tensão e tanto excitação. Ele então adentrou seus dedos em minha boceta, acariciou de tal maneira que me deixou louca de prazer e desejos ardentes. O sol e a luz do dia contemplavam seu corpo moreno louco para me invadir completamente. Alguém subiu no veículo em uma das estações e prontamente o cobrador circulava pelos corredores do ônibus,  o que nos deixava tensos, envergonhados... Porém, ainda mais ardentes e nossos sexos pulsavam de tanto desejo. 

Mesmo sob vigilância e a perigo de sermos vistos, nossas mãos se perdiam entre nossas roupas. Quando o movimento se acalmou no veículo,  eu já  estava trêmula de tanto me conter, deixei um batom cair de propósito, ele abaixou a sua poltrona para tentar pegar meu batom que caira no inferior do veículo entre nossas poltronas. 

Perspicaz! Ele não perdeu a oportunidade, olhou ao redor e o clima estava propício, sem medir esforços chupou-me com muita vigor,  como quem aprecia um saboroso sorvete em dias ensolarados, respirei fundo para conter os gemidos que poderiam ecoar. 

Não dei conta de  mim mesma e quando ele se reassentou eu posicionei meu vestido de maneira que cobria nossa nudez, sentei sobre ele e contraí meu corpo enquanto ele apertava meus seios. 

Foi tudo muito rápido,  sagaz e  intenso. Logo senti seu gozo quente adentrar meu corpo. Satisfeita, caí levemente na poltrona ao lado. Olhamos-nos, caímos em riso, cravamos fortemente nossas mãos e nos beijamos novamente. 

Ele teve que ficar em um destino e eu em outro. Finalmente... Ainda suspirando em casa cheguei,  quando de repente o telefone  toca. Ouço do outro lado uma voz ofegante:
"Amor, ainda ficou um pouco do teu tesão  aqui". Disse ele ao constatar minha calcinha molhada que se perdeu em sua mochila. 

Ana, 15-11-2016.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Meu Primeiro Ménage





Vou contar-lhes de como realizei o meu primeiro ménage com o meu namorado e um rapaz que conhecemos em uma festa na casa de uma amiga.
Eu e meu namorado sempre tivemos grande cumplicidade em nossos desejos e fantasias. Numa noite, após alguns drinks e uma gostosa trepada, contei-lhe do meu desejo de sentir me invadida por dois homens, de sentir seus corpos suados juntos ao meu enquanto me beijavam e me fodiam de forma intensa. Ele mostrou-se um tanto surpreso inicialmente, mas logo sugeriu que poderíamos realizar todas as nossas fantasias. A princípio, achei que ele estava brincando, pois enquanto me dizia estar disposto a este jogo amoroso e arriscado, de forma sensual, me beijava os seios e ventre, enquanto descia para o meio de minhas coxas, chegando na minha xana me indagou.
– Gostaria de ser chupada assim por outro homem enquanto chupa outro pau?
Aquilo parecia excitá-lo, a ideia de me ver na cama com outro homem ao lado dele. Naquela noite. em meio a cada posição que fazíamos, imaginávamos como seria ter outro homem conosco. Eu estava profundamente excitada, quando ele me disse:
– Fica de quatro...
Me coloquei de quatro como ele queria, estava excitada e curiosa para saber o que faria comigo, foi quando senti seu pau pulsante começar a me invadir lentamente por trás enquanto me perguntava se desejava sentir-me inteiramente possuída por dois homens. Respondi que sim. Ele repetia a pergunta enquanto acelerava o movimento. Cada vez mais até manter um movimento constante, o que me fez chegar rapidamente ao orgasmo imaginando como seria ter meu homem e outro dentro de mim. Após aquela noite de prazer, deitamos e conversamos mais sobre o meu desejo. Achei que a conversa terminaria ali, com a nossa brincadeira e aquele homem imaginário do nosso jogo sexual.
Alguns dias depois fomos a uma festa de casamento de Carla, uma amiga em comum, que nos apresentou. A festa estava lotada de homens e mulheres cheirosos e elegantes, buscamos nos enturmar e acompanhar a dança no meio do salão. Foi quando por volta das duas horas da manhã, após algumas dozes de whisky e muita tequila, meu namorado me perguntou.
- Com quais homens desta festa você iria para a cama?
De início fiquei em um misto de susto e surpresa com a pergunta, que foi refeita por mais duas vezes até que eu viesse a perceber que não se tratava de uma brincadeira foi quando mostrei-lhe alguns homens. Ele concordou que alguns pareciam interessantes e puxando-me para seus braços, sussurrou em meu ouvido.
- Quer realizar seu fetiche de ser fodida por dois hoje?
Aquilo pareceu irreal por um instante, mas disse que sim. Não acreditava. A dúvida estava presente em meus olhos, e mais uma vez ele mandou que eu fosse até o que mais me despertasse o desejo e o tirasse para dançar, e assim o fiz. Dançamos e nos apresentamos enquanto de longe cercado por mulheres, meu namorado nos observava. Ele se chamava Ramon, tinha cabelos curtos, olhos negros como a noite, um corpo de quem praticava algum esporte, uma barba levemente por fazer o que lhe dava um falso ar de despojado, trazia em seu corpo o cheiro de um perfume levemente a madeirado. Perguntei-lhe do seu trabalho, disse-me que não tratava de trabalho em festas, só em horário comercial e me ofereceu um cartão do seu escritório. Após algumas músicas, ele me perguntou se eu estava acompanhada, lhe respondi que sim e que eu o tinha tirado para dançar por incentivo do meu namorado, o que o deixou confuso. Mal sabia ele, que naquele dia, ele não era o predador, mas a minha presa com a cumplicidade de meu homem. Vendo a confusão em seu olhar, lhe expliquei que tinha um fetiche de ser fodida por dois homens e que ele teria sido o escolhido o que o deixou ainda mais surpreso e sem reação. Perguntei-lhe se gostaria de ir a um local mais calmo da festa para conversamos e imediatamente me indagou: – E seu namorado? Respondi-lhe que também nos acompanharia. Meio exitoso ele aceitou. Fomos para um canto afastado dos olhares curiosos. Chegando lá puxei ele para mim e o beijei deslizando minha mão até o seu pau que já se encontrava rígido e pulsante. Após segurar firme, lhe disse entre mordidas nos lábios.... Quero ele dentro de mim! Meu namorado se aproximou por trás encostando seu pau que tanto prazer me dá, roçando em meu rabo. Continuamos assim por um momento, até que não me contive e abri as calças dos dois. Agachei-me e os chupei e antes que gozassem toda aquela porra em minha boca, interrompi dizendo que a brincadeira continuaria em outro local.
Dali fomos a um motel mais próximo. No carro, a caminho do motel, brinquei com nosso convidado da noite. Hora, chupando-o, hora, ele enfiando em mim com seus dedos. Enquanto ele me tocava, eu chupava o meu homem. Em meio a toda aquela excitação, nem acreditava que iria realizar o meu desejo.
Pagamos e fomos para uma suíte. Queria tudo que aquela noite pudesse nos proporcionar de prazer. Entramos no quarto quase rasgando as roupas de tanto tesão. Nem me dei conta do momento em que ficamos completamente nus, apenas senti o momento em que Ramon abriu as minhas pernas e começou a me chupar. Neste momento segurei o pau de André, meu namorado, e comecei a chupá-lo. Era algo completamente novo para mim. Todas aquelas reações em meu corpo, sentia meu corpo queimar de tanto tesão. Em seguida, Ramon ergueu minhas pernas e me penetrou. André parou por um segundo e em seguida, continuou a pôr seu pau em minha boca que quase me sufocava de tanto prazer. Ficamos assim por algum tempo. Foi quando André me colocou de quatro e penetrou o meu rabo, nessa hora agarrei o pau de Ramon com força e o coloquei todo dentro da boca. Não demorei a gozar. Olhei para André e pedi para cavalgar nele. Ele posicionou-se para a minha montaria e Ramon me curvou para a frente e me invadiu por trás. Os dois estavam dentro de mim. Naquele momento senti meu corpo vibrar de uma forma que nunca tinha sentido. A cada estocada dos dois, mais aquela sensação se intensificava, o que me fazia contorcer sobre aqueles paus. Tinha os dois a minha disposição e para o meu prazer. Gozei de forma muito intensa, que me levou a uma excessiva lubrificação, que escorreu por minhas pernas enquanto por todo o meu corpo, uma enorme sensação de prazer me deixava inebriada. Em seguida pedi que os dois gozassem, disse a Ramon que gostaria de sentir o seu sabor, ele me colocou de quatro e voltou a foder meu rabo enquanto André nos observou por um tempo, quando ele sentiu que gozaria, tirou o seu pau de dentro de mim e jogou toda aquela porra quente e abundante em meu rosto e boca, que tentei não desperdiçar nada. Do meu André, queria sentir-me cheia da sua porra quente, André me fodeu a xana até deixar-me toda lambuzada...
Trepamos por quase a noite toda, até que deitamos e adormecemos os três na mesma cama. Ao acordar, Ramon nos levou até o clube. As últimas pessoas ainda deixavam o local da festa. Nos despedimos e antes de descer do carro, apanhei o cartão que Ramon havia me dado e o devolvi. Agradeci o seu atendimento fora do horário de expediente e disse-lhe que não precisaria mais dos seus serviços. A caminho de casa, olhei para André e lhe disse, quero te ver fodendo outra mulher...


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Como Gozei Sentada no Rosto dele...




Vou contar-lhes de como meu amante - que aqui o chamarei de André - me chupou e me fez gozar intensamente na boca dele, deixando-me com as pernas bambas e uma enorme sensação de prazer por todo meu corpo. Há dias, eu e André não nos víamos e como ele vinha cobrando a minha presença, resolvi visita-lo. Quando cheguei, ele ainda tentou esconder o desejo que lhe saltava os olhos, parecia querer me devorar por inteira... Isso me deixou excitada. Queria sentir toda a fome que nele estava acumulada. Ele me levou para o quarto, me acomodou e em seguida me puxou pela mão abraçando-me com um beijo que parecia não ter fim. Em seguida, me perguntou se tinha fome, afirmei que sim. Ele beijou-me os lábios e disse-me: “farei algo para comermos”, se retirou e foi para cozinha. Nesse instante, deitei-me na cama dele e enquanto esperava adormeci. Acordei com um beijo dele dizendo-me que o almoço estava pronto. Como sempre, André sempre fazia comidas com um tempero peculiar, um toque que dava um sabor especial, o mesmo sabor exótico de seus beijos, que me deixava molhada, sempre que roçava seu pau rígido entre minhas coxas. Com seu gesto cavalheiresco, me levou à cama o almoço. Um gesto que sempre tinha comigo, mas que desta vez estava carregado de segundas intenções. Era ali que ele desejava me ter logo em seguida, como era possível ver em seus olhos. 

Após o nosso almoço, indaguei fingindo inocência a ele, “qual será a sobremesa?” Foi quando ele me calou com um beijo dizendo: “você” e enquanto me beijava, sua mão deslizava entre minhas coxas até me tocar. Quando ele enfim chegou ao centro de minhas coxas, eu já me encontrava completamente molhada. Seus dedos deslizaram fácil e suavemente para dentro de mim, mexendo de forma continua e suave, me deixando ainda mais excitada. Enquanto ele me masturbava, me beijava os lábios e o colo dos seios... Sem que desse por mim, ele já havia retirado minha blusa e sutiã e já se encontrava a me beijar os seios... Hora chupando-os, hora me mordendo o bico... O safado sabia como me provocar e me deixar com muito tesão em sua paciência de homem mais velho. Não demorou muito e eu estava a gozar lambuzando seus dedos... O arranhei, mordi, gemi em seu ouvido... Em seguida ele retirou os dedos de dentro me mim e os chupou, logo depois afastou a minhas pernas e se pôs a me chupar. Parecia se deliciar com meu gozo. De fato, naquele dia eu seria a sobremesa de meu homem. Depois de saciar o seu desejo de lamber-me, eu o puxei, queria sentir ele dentro de mim... Lentamente ele me invadiu, senti seu pau quente entrando centímetro a centímetro, rígido, pulsante... Depois de algum tempo entre minhas coxas, virou-me de bruços e me penetrou. Sabia como me fazer gozar. Jogamos o colchão no chão para diminuir o barulho já que a cama parecia querer anunciar para as visitas o que se passava naquele quarto. Me colocou de quatro e me dominou, ou fingiu estar me dominando, pois já conhecia os caminhos dos meus desejos e taras, e como um bom garoto maduro apenas seguia o que sua senhora queria. Enquanto me penetrava forte e ritmicamente, me puxava os cabelos alternando com tapas na minha bunda. E nesse movimento frenético que já estava a deixar todo o quarto com cheiro de sexo, eu gozei mais uma vez... Seguimos assim, nos devorando por algum tempo, entre gemidos e gozos, até que ele me disse: “Senta em meu rosto, quero te chupar assim”. Sabia o quanto ele era tarado por me chupar e como me chupava bem, não perdi tempo... Sentei no rosto dele e ele começou a me chupar... Sua língua parecia querer me invadir. Me lambia, chupava, mordia meu clitóris... Conhecia minha buceta com a sua boca como ninguém. Me explorava os grandes e pequenos lábios, percorria desde o meu rabo ao meu grelo que latejava de tesão. Quanto mais ele me chupava, mais eu deixava meu corpo empurrar minha buceta na boca dele. Queria aquela língua dentro de mim. Senti que o gozo não demorava... Logo eu gozei na boca dele, gemi, agarrei os cabelos dele, o puxei para dentro de mim e ele não perdeu nada, lambeu como um cão lambe a sua dona, sugou tudo... 

Em seguida, senti-me na obrigação de retribuir a gentileza. O chupei até seu gozo lambuzar a minha boca... Ficamos abraçados por um tempo, com a cabeça no peito dele, e assim adormecemos. Antes que o crepúsculo chegasse, me despedi e retornei para casa, pois como bem vos disse, estava com meu amante.  

Cachoeira, 15 de julho de 2016.

domingo, 10 de abril de 2016

Atrás da Porta...

Errante conflito travado
Meus beijos pregavam convencê-lo
Percorrendo pescoço, mordendo orelha a lábios molhados
Resistência rendida, descontruída ao tê-lo

Movimento voraz, seu beijo devorava-me
Mãos rápidas, desbravou em segundos meu corpo, meu SER
Coxas, peitos, bunda, barriga, teu toque lúbrico desmoronava-me
Rouca empunhava entre os dedos teus cabelos EU QUERO VOCÊ...

Pressionada contra parede, roça em minha bunda seu pau latejante
Sua boca macia, extingue qualquer resquício de sanidade
Uma dança descompassada, um movimento inebriante
Desvela-me, o tremer é satisfação a tanta vontade

De joelhos me ponho como soldado vencido
Frente a teu pau grosso, lindo pujante
Delicadamente teu gosto é sentido
Olhos nos olhos, minha boca cheia e teu suspiro ofegante.

Teu exército foi sobrepujado
Liberdade cativa é desejo velado
Os grilhões abertos e a vontade de não fugir
Rendem-se Mil homens dentro de ti.

Consciente a partida vem de mim
Teu gozo atalhado, teu pedir singelo
Contradiz o início, esse fim
Tua vontade resvala no meu, NÃO MAIS QUERO.

Cristiane Borba 07/04/2016