Vou contar-lhes de como meu amante - que aqui o
chamarei de André - me chupou e me fez gozar intensamente na boca dele,
deixando-me com as pernas bambas e uma enorme sensação de prazer por todo meu
corpo. Há dias, eu e André não nos víamos e como ele vinha cobrando a minha
presença, resolvi visita-lo. Quando cheguei, ele ainda tentou esconder o desejo
que lhe saltava os olhos, parecia querer me devorar por inteira... Isso me
deixou excitada. Queria sentir toda a fome que nele estava acumulada. Ele me levou
para o quarto, me acomodou e em seguida me puxou pela mão abraçando-me com um
beijo que parecia não ter fim. Em seguida, me perguntou se tinha fome, afirmei
que sim. Ele beijou-me os lábios e disse-me: “farei algo para comermos”, se
retirou e foi para cozinha. Nesse instante, deitei-me na cama dele e enquanto
esperava adormeci. Acordei com um beijo dele dizendo-me que o almoço estava
pronto. Como sempre, André sempre fazia comidas com um tempero peculiar, um
toque que dava um sabor especial, o mesmo sabor exótico de seus beijos, que me deixava
molhada, sempre que roçava seu pau rígido entre minhas coxas. Com seu gesto
cavalheiresco, me levou à cama o almoço. Um gesto que sempre tinha comigo, mas
que desta vez estava carregado de segundas intenções. Era ali que ele desejava
me ter logo em seguida, como era possível ver em seus olhos.
Após o nosso almoço, indaguei fingindo inocência a
ele, “qual será a sobremesa?” Foi quando ele me calou com um beijo dizendo:
“você” e enquanto me beijava, sua mão deslizava entre minhas coxas até me
tocar. Quando ele enfim chegou ao centro de minhas coxas, eu já me encontrava
completamente molhada. Seus dedos deslizaram fácil e suavemente para dentro de
mim, mexendo de forma continua e suave, me deixando ainda mais excitada.
Enquanto ele me masturbava, me beijava os lábios e o colo dos seios... Sem que
desse por mim, ele já havia retirado minha blusa e sutiã e já se encontrava a
me beijar os seios... Hora chupando-os, hora me mordendo o bico... O safado sabia
como me provocar e me deixar com muito tesão em sua paciência de homem mais
velho. Não demorou muito e eu estava a gozar lambuzando seus dedos... O
arranhei, mordi, gemi em seu ouvido... Em seguida ele retirou os dedos de
dentro me mim e os chupou, logo depois afastou a minhas pernas e se pôs a me
chupar. Parecia se deliciar com meu gozo. De fato, naquele dia eu seria a
sobremesa de meu homem. Depois de saciar o seu desejo de lamber-me, eu o puxei,
queria sentir ele dentro de mim... Lentamente ele me invadiu, senti seu pau
quente entrando centímetro a centímetro, rígido, pulsante... Depois de algum
tempo entre minhas coxas, virou-me de bruços e me penetrou. Sabia como me fazer
gozar. Jogamos o colchão no chão para diminuir o barulho já que a cama parecia
querer anunciar para as visitas o que se passava naquele quarto. Me colocou de
quatro e me dominou, ou fingiu estar me dominando, pois já conhecia os caminhos
dos meus desejos e taras, e como um bom garoto maduro apenas seguia o que sua
senhora queria. Enquanto me penetrava forte e ritmicamente, me puxava os
cabelos alternando com tapas na minha bunda. E nesse movimento frenético que já
estava a deixar todo o quarto com cheiro de sexo, eu gozei mais uma vez...
Seguimos assim, nos devorando por algum tempo, entre gemidos e gozos, até que
ele me disse: “Senta em meu rosto, quero te chupar assim”. Sabia o quanto ele
era tarado por me chupar e como me chupava bem, não perdi tempo... Sentei no
rosto dele e ele começou a me chupar... Sua língua parecia querer me invadir. Me
lambia, chupava, mordia meu clitóris... Conhecia minha buceta com a sua boca
como ninguém. Me explorava os grandes e pequenos lábios, percorria desde o meu
rabo ao meu grelo que latejava de tesão. Quanto mais ele me chupava, mais eu
deixava meu corpo empurrar minha buceta na boca dele. Queria aquela língua
dentro de mim. Senti que o gozo não demorava... Logo eu gozei na boca dele,
gemi, agarrei os cabelos dele, o puxei para dentro de mim e ele não perdeu
nada, lambeu como um cão lambe a sua dona, sugou tudo...
Em seguida, senti-me na obrigação de retribuir a
gentileza. O chupei até seu gozo lambuzar a minha boca... Ficamos abraçados por
um tempo, com a cabeça no peito dele, e assim adormecemos. Antes que o
crepúsculo chegasse, me despedi e retornei para casa, pois como bem vos disse,
estava com meu amante.
Cachoeira, 15 de julho de 2016.
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