quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Meu Primeiro Ménage





Vou contar-lhes de como realizei o meu primeiro ménage com o meu namorado e um rapaz que conhecemos em uma festa na casa de uma amiga.
Eu e meu namorado sempre tivemos grande cumplicidade em nossos desejos e fantasias. Numa noite, após alguns drinks e uma gostosa trepada, contei-lhe do meu desejo de sentir me invadida por dois homens, de sentir seus corpos suados juntos ao meu enquanto me beijavam e me fodiam de forma intensa. Ele mostrou-se um tanto surpreso inicialmente, mas logo sugeriu que poderíamos realizar todas as nossas fantasias. A princípio, achei que ele estava brincando, pois enquanto me dizia estar disposto a este jogo amoroso e arriscado, de forma sensual, me beijava os seios e ventre, enquanto descia para o meio de minhas coxas, chegando na minha xana me indagou.
– Gostaria de ser chupada assim por outro homem enquanto chupa outro pau?
Aquilo parecia excitá-lo, a ideia de me ver na cama com outro homem ao lado dele. Naquela noite. em meio a cada posição que fazíamos, imaginávamos como seria ter outro homem conosco. Eu estava profundamente excitada, quando ele me disse:
– Fica de quatro...
Me coloquei de quatro como ele queria, estava excitada e curiosa para saber o que faria comigo, foi quando senti seu pau pulsante começar a me invadir lentamente por trás enquanto me perguntava se desejava sentir-me inteiramente possuída por dois homens. Respondi que sim. Ele repetia a pergunta enquanto acelerava o movimento. Cada vez mais até manter um movimento constante, o que me fez chegar rapidamente ao orgasmo imaginando como seria ter meu homem e outro dentro de mim. Após aquela noite de prazer, deitamos e conversamos mais sobre o meu desejo. Achei que a conversa terminaria ali, com a nossa brincadeira e aquele homem imaginário do nosso jogo sexual.
Alguns dias depois fomos a uma festa de casamento de Carla, uma amiga em comum, que nos apresentou. A festa estava lotada de homens e mulheres cheirosos e elegantes, buscamos nos enturmar e acompanhar a dança no meio do salão. Foi quando por volta das duas horas da manhã, após algumas dozes de whisky e muita tequila, meu namorado me perguntou.
- Com quais homens desta festa você iria para a cama?
De início fiquei em um misto de susto e surpresa com a pergunta, que foi refeita por mais duas vezes até que eu viesse a perceber que não se tratava de uma brincadeira foi quando mostrei-lhe alguns homens. Ele concordou que alguns pareciam interessantes e puxando-me para seus braços, sussurrou em meu ouvido.
- Quer realizar seu fetiche de ser fodida por dois hoje?
Aquilo pareceu irreal por um instante, mas disse que sim. Não acreditava. A dúvida estava presente em meus olhos, e mais uma vez ele mandou que eu fosse até o que mais me despertasse o desejo e o tirasse para dançar, e assim o fiz. Dançamos e nos apresentamos enquanto de longe cercado por mulheres, meu namorado nos observava. Ele se chamava Ramon, tinha cabelos curtos, olhos negros como a noite, um corpo de quem praticava algum esporte, uma barba levemente por fazer o que lhe dava um falso ar de despojado, trazia em seu corpo o cheiro de um perfume levemente a madeirado. Perguntei-lhe do seu trabalho, disse-me que não tratava de trabalho em festas, só em horário comercial e me ofereceu um cartão do seu escritório. Após algumas músicas, ele me perguntou se eu estava acompanhada, lhe respondi que sim e que eu o tinha tirado para dançar por incentivo do meu namorado, o que o deixou confuso. Mal sabia ele, que naquele dia, ele não era o predador, mas a minha presa com a cumplicidade de meu homem. Vendo a confusão em seu olhar, lhe expliquei que tinha um fetiche de ser fodida por dois homens e que ele teria sido o escolhido o que o deixou ainda mais surpreso e sem reação. Perguntei-lhe se gostaria de ir a um local mais calmo da festa para conversamos e imediatamente me indagou: – E seu namorado? Respondi-lhe que também nos acompanharia. Meio exitoso ele aceitou. Fomos para um canto afastado dos olhares curiosos. Chegando lá puxei ele para mim e o beijei deslizando minha mão até o seu pau que já se encontrava rígido e pulsante. Após segurar firme, lhe disse entre mordidas nos lábios.... Quero ele dentro de mim! Meu namorado se aproximou por trás encostando seu pau que tanto prazer me dá, roçando em meu rabo. Continuamos assim por um momento, até que não me contive e abri as calças dos dois. Agachei-me e os chupei e antes que gozassem toda aquela porra em minha boca, interrompi dizendo que a brincadeira continuaria em outro local.
Dali fomos a um motel mais próximo. No carro, a caminho do motel, brinquei com nosso convidado da noite. Hora, chupando-o, hora, ele enfiando em mim com seus dedos. Enquanto ele me tocava, eu chupava o meu homem. Em meio a toda aquela excitação, nem acreditava que iria realizar o meu desejo.
Pagamos e fomos para uma suíte. Queria tudo que aquela noite pudesse nos proporcionar de prazer. Entramos no quarto quase rasgando as roupas de tanto tesão. Nem me dei conta do momento em que ficamos completamente nus, apenas senti o momento em que Ramon abriu as minhas pernas e começou a me chupar. Neste momento segurei o pau de André, meu namorado, e comecei a chupá-lo. Era algo completamente novo para mim. Todas aquelas reações em meu corpo, sentia meu corpo queimar de tanto tesão. Em seguida, Ramon ergueu minhas pernas e me penetrou. André parou por um segundo e em seguida, continuou a pôr seu pau em minha boca que quase me sufocava de tanto prazer. Ficamos assim por algum tempo. Foi quando André me colocou de quatro e penetrou o meu rabo, nessa hora agarrei o pau de Ramon com força e o coloquei todo dentro da boca. Não demorei a gozar. Olhei para André e pedi para cavalgar nele. Ele posicionou-se para a minha montaria e Ramon me curvou para a frente e me invadiu por trás. Os dois estavam dentro de mim. Naquele momento senti meu corpo vibrar de uma forma que nunca tinha sentido. A cada estocada dos dois, mais aquela sensação se intensificava, o que me fazia contorcer sobre aqueles paus. Tinha os dois a minha disposição e para o meu prazer. Gozei de forma muito intensa, que me levou a uma excessiva lubrificação, que escorreu por minhas pernas enquanto por todo o meu corpo, uma enorme sensação de prazer me deixava inebriada. Em seguida pedi que os dois gozassem, disse a Ramon que gostaria de sentir o seu sabor, ele me colocou de quatro e voltou a foder meu rabo enquanto André nos observou por um tempo, quando ele sentiu que gozaria, tirou o seu pau de dentro de mim e jogou toda aquela porra quente e abundante em meu rosto e boca, que tentei não desperdiçar nada. Do meu André, queria sentir-me cheia da sua porra quente, André me fodeu a xana até deixar-me toda lambuzada...
Trepamos por quase a noite toda, até que deitamos e adormecemos os três na mesma cama. Ao acordar, Ramon nos levou até o clube. As últimas pessoas ainda deixavam o local da festa. Nos despedimos e antes de descer do carro, apanhei o cartão que Ramon havia me dado e o devolvi. Agradeci o seu atendimento fora do horário de expediente e disse-lhe que não precisaria mais dos seus serviços. A caminho de casa, olhei para André e lhe disse, quero te ver fodendo outra mulher...


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