Vou
contar-lhes de como realizei o meu primeiro ménage com o meu namorado e um rapaz que conhecemos em uma festa na casa de uma
amiga.
Eu
e meu namorado sempre tivemos grande cumplicidade em nossos desejos e
fantasias. Numa noite, após alguns drinks e uma gostosa trepada, contei-lhe do
meu desejo de sentir me invadida por dois homens, de sentir seus corpos suados
juntos ao meu enquanto me beijavam e me fodiam de forma intensa. Ele mostrou-se
um tanto surpreso inicialmente, mas logo sugeriu que poderíamos realizar todas
as nossas fantasias. A princípio, achei que ele estava brincando, pois enquanto
me dizia estar disposto a este jogo amoroso e arriscado, de forma sensual, me
beijava os seios e ventre, enquanto descia para o meio de minhas coxas,
chegando na minha xana me indagou.
–
Gostaria de ser chupada assim por outro homem enquanto chupa outro pau?
Aquilo
parecia excitá-lo, a ideia de me ver na cama com outro homem ao lado dele.
Naquela noite. em meio a cada posição que fazíamos, imaginávamos como seria ter
outro homem conosco. Eu estava profundamente excitada, quando ele me disse:
–
Fica de quatro...
Me
coloquei de quatro como ele queria, estava excitada e curiosa para saber o que
faria comigo, foi quando senti seu pau pulsante começar a me invadir lentamente
por trás enquanto me perguntava se desejava
sentir-me inteiramente possuída por dois homens. Respondi que sim. Ele repetia
a pergunta enquanto acelerava o movimento. Cada vez mais até manter um movimento
constante, o que me fez chegar rapidamente ao orgasmo imaginando como seria ter
meu homem e outro dentro de mim. Após aquela noite de prazer, deitamos e
conversamos mais sobre o meu desejo. Achei que a conversa terminaria ali, com a
nossa brincadeira e aquele homem imaginário do nosso jogo sexual.
Alguns
dias depois fomos a uma festa de casamento de Carla, uma amiga em comum, que
nos apresentou. A festa estava lotada de homens e mulheres cheirosos e
elegantes, buscamos nos enturmar e acompanhar a dança no meio do salão. Foi
quando por volta das duas horas da manhã, após algumas dozes de whisky e muita
tequila, meu namorado me perguntou.
-
Com quais homens desta festa você iria para a cama?
De
início fiquei em um misto de susto e surpresa com a pergunta, que foi refeita
por mais duas vezes até que eu viesse a perceber que não se tratava de uma
brincadeira foi quando mostrei-lhe alguns homens. Ele concordou que alguns
pareciam interessantes e puxando-me para seus braços, sussurrou em meu ouvido.
-
Quer realizar seu fetiche de ser fodida por dois hoje?
Aquilo
pareceu irreal por um instante, mas disse que sim. Não acreditava. A dúvida
estava presente em meus olhos, e mais uma vez ele mandou que eu fosse até o que
mais me despertasse o desejo e o tirasse para dançar, e assim o fiz. Dançamos e
nos apresentamos enquanto de longe cercado por mulheres, meu namorado nos
observava. Ele se chamava Ramon, tinha cabelos curtos, olhos negros como a
noite, um corpo de quem praticava algum esporte, uma barba levemente por fazer
o que lhe dava um falso ar de despojado, trazia em seu corpo o cheiro de um
perfume levemente a madeirado. Perguntei-lhe do seu trabalho, disse-me que não
tratava de trabalho em festas, só em horário comercial e me ofereceu um cartão
do seu escritório. Após algumas músicas, ele me perguntou se eu estava acompanhada,
lhe respondi que sim e que eu o tinha tirado para dançar por incentivo do meu
namorado, o que o deixou confuso. Mal sabia ele,
que naquele dia, ele não era o predador, mas a minha presa com a cumplicidade
de meu homem. Vendo a confusão em seu olhar, lhe expliquei que tinha um fetiche
de ser fodida por dois homens e que ele teria sido o escolhido o que o deixou
ainda mais surpreso e sem reação. Perguntei-lhe se gostaria de ir a um local
mais calmo da festa para conversamos e imediatamente me indagou: – E seu
namorado? Respondi-lhe que também nos acompanharia. Meio exitoso ele aceitou.
Fomos para um canto afastado dos olhares curiosos. Chegando lá puxei ele para
mim e o beijei deslizando minha mão até o seu pau que já se encontrava rígido e
pulsante. Após segurar firme, lhe disse entre mordidas nos lábios.... Quero ele
dentro de mim! Meu namorado se aproximou por trás encostando seu pau que tanto
prazer me dá, roçando em meu rabo. Continuamos assim por um momento, até que
não me contive e abri as calças dos dois. Agachei-me e os chupei e antes que
gozassem toda aquela porra em minha boca, interrompi dizendo que a brincadeira
continuaria em outro local.
Dali
fomos a um motel mais próximo. No carro, a caminho do motel, brinquei com nosso
convidado da noite. Hora, chupando-o, hora, ele enfiando em mim com seus dedos. Enquanto ele me tocava, eu chupava o meu
homem. Em meio a toda aquela excitação, nem acreditava que iria realizar o meu
desejo.
Pagamos
e fomos para uma suíte. Queria tudo que aquela noite pudesse nos proporcionar
de prazer. Entramos no quarto quase rasgando as roupas de tanto tesão. Nem me
dei conta do momento em que ficamos completamente nus, apenas senti o momento
em que Ramon abriu as minhas pernas e começou a me chupar. Neste momento
segurei o pau de André, meu namorado, e comecei a chupá-lo. Era algo
completamente novo para mim. Todas aquelas reações em meu corpo, sentia meu
corpo queimar de tanto tesão. Em seguida, Ramon ergueu minhas pernas e me
penetrou. André parou por um segundo e em seguida, continuou a pôr seu pau em
minha boca que quase me sufocava de tanto prazer. Ficamos assim por algum
tempo. Foi quando André me colocou de quatro e penetrou o meu rabo, nessa hora
agarrei o pau de Ramon com força e o coloquei todo dentro da boca. Não demorei
a gozar. Olhei para André e pedi para cavalgar nele. Ele posicionou-se para a
minha montaria e Ramon me curvou para a frente e me invadiu por trás. Os dois
estavam dentro de mim. Naquele momento senti meu corpo vibrar de uma forma que
nunca tinha sentido. A cada estocada dos dois, mais aquela sensação se
intensificava, o que me fazia contorcer sobre aqueles paus. Tinha os dois a
minha disposição e para o meu prazer. Gozei de forma muito intensa, que me
levou a uma excessiva lubrificação, que escorreu por minhas pernas enquanto por
todo o meu corpo, uma enorme sensação de prazer me deixava inebriada. Em seguida
pedi que os dois gozassem, disse a Ramon que gostaria de sentir o seu sabor,
ele me colocou de quatro e voltou a foder meu rabo enquanto André nos observou
por um tempo, quando ele sentiu que gozaria, tirou o seu pau de dentro de mim e
jogou toda aquela porra quente e abundante em meu rosto e boca, que tentei não
desperdiçar nada. Do meu André, queria sentir-me cheia da sua porra quente,
André me fodeu a xana até deixar-me toda lambuzada...
Trepamos
por quase a noite toda, até que deitamos e adormecemos os três na mesma cama. Ao
acordar, Ramon nos levou até o clube. As últimas pessoas ainda deixavam o local
da festa. Nos despedimos e antes de descer do carro, apanhei o cartão que Ramon
havia me dado e o devolvi. Agradeci o seu atendimento fora do horário de
expediente e disse-lhe que não precisaria mais dos seus serviços. A caminho de
casa, olhei para André e lhe disse, quero te ver fodendo outra mulher...

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